10 maio 2010

Singularidades de uma rapariga loira

Hoje vamos apresentar mais uma das obras para o concurso Leituras e Companhia: Singularidades de uma rapariga loira. Obra de Eça de Queirós, de 1874, além de uma obra-prima, é o primeiro conto de cunho realista em português.
É uma história de amor de um jovem honesto e trabalhador, Macário, por uma rapariga loira que "Tinha o carácter louro como o cabelo - se é certo que o louro é uma cor fraca e desbotada: falava pouco, sorria sempre com os seus brancos dentinhos, dizia a tudo «pois sim»; era muito simples, quase indiferente, cheia de transigências". É por esta rapariga que é, aparentemente,dócil e sem vontade própria que Macário se apaixona, a ponto de sair de casa de seu tio Francisco, onde trabalhava como escriturário e ir até Cabo Verde em negócios, só para merecer a mão de Luísa. No entanto, Luísa é, de facto, um a rapariga loura e e com características muito especiais. Agora, o resto fica por vossa conta, com uma pequena ajuda do filme para abrir o apetite.
CC


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