Concurso Nacional de Leitura

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11 janeiro 2010

A Ilha do Tesouro

Apesar do título, e ao contrário do que possam pensar, não vos vamos falar da obra A Ilha do Tesouro. Desta vez gostaríamos de vos falar do autor, Robert Louis Stevenson. Sabemos que são a geração das novas tecnologias, por isso gostaríamos de vos sugerir um site, recentemente disponibilizado, com imenso material  que realça os diferentes estilos literários que ele abordou. Este site contem um importante espólio fotográfico, entre diversa informação da vida e obra do autor e muitos links para as mais diversas entidades, académicas e outras. Aqui fica: http://www.robert-louis-stevenson.org/.
CC

01 dezembro 2009

Crimes Macabros

Pela primeira vez num volume, as histórias do detective Cal McDonald estão finalmente reunidas.
A primeira, Membrana Selvagem, é, sem dúvida, um caso extraordinário: há pessoas a caírem mortas e a aparecerem com o seu cérebro roubado e crânio intacto! Mas não é tudo, quem poderia adivinhar que o herói Cal McDonald tem uma propensão para o álcool e comprimidos “relaxantes”? E que, por falta de opções, o seu comportamento seja violento e de total desprezo e nojo para com os seus inimigos? Ou que o seu melhor amigo, Mo’Lock, é na verdade uma espécie de morto-vivo?
Como o título do livro indica, as histórias inclinam-se todas para o sobrenatural e, obviamente, para o macabro (sendo o vilão de Membrana Selvagem um homem capaz de absorver o cérebro das pessoas e aumentar o tamanho do dele).
Juntamente com uma grande história, vem um grande autor: Steve Niles.
Em 2002, Niles editou o seu maior sucesso, 30 Dias de Noite, adaptado para o cinema, fazendo o filme outro grande evento.
Quatro anos mais tarde (2006), colaborou com o artista Scott Hampton, ilustrador de Batman, Sandman, Hellraiser e Star Trek, numa mini-série conhecida por Batman: Gotham County Line.
Actualmente trabalha para as quatro editoras de banda desenhada de maior sucesso na América (Marvel, DC-Comics, Image e Dark Hourse,) e tem em curso três projectos em b.d.: Dead, She Said; Epilogue; City of Dust.
Savage Membrane (título original) é uma história de deixar os leitores de boca aberta.


Micaela Graça de Amorim, 12ºA, nº16

11 novembro 2009

Saga Twilight










Olá!
Somos fãs desta escritora (Stephenie Meyer), lemos muito intensamente os livros desta saga porque nos falam de um romance entre uma humana e um vampiro.

É a história de uma rapariga chamada Bella Swan que vai viver para a cidade de Forks, em Washington. Aqui, Bella conhece o irresistível Edward Cullen que é um dos filhos adoptivos de Carlisle Cullen e Esme Cullen.
Edward é um vampiro vegetariano que anda na turma dela (…).
Não vamos contar mais nada, porque só lendo é que vão perceber o quanto estes livros são entusiasmantes.
Espero que os leiam e que gostem!

Ass: Ana Borges e Ana Sousa


25 setembro 2009

O Outono ...

Chegou o Outono e com ele a certeza que começámos mais um ano de trabalho. O fim das férias, no entanto,  traz outras coisas para além do trabalho. Uma delas é o fim do Verão. Começa então o frio e o vento e, com eles, a vontade de ficar em casa sentado  a ler um bom livro. Talvez por isso o Outono já tenha sido considerado a estação dos livros. Neste breve apontamento pretendemos deixar-vos alguns exemplos que trazem esta estação na capa.
Boas leituras.       
CC

23 junho 2009

Ser leitor é...


Reflexão a propósito de Tia Suzana, Meu Amor
de António Alçada Baptista
10ª edição: 2001
Editora: Editorial Presença

Ser leitor permite-nos conhecer mundos, possibilita-nos também (mas não só) o acesso a aventuras, pensamentos, às histórias das vidas de outros para que, eventualmente, possamos compreender melhor a nossa.
Enquanto leitores, habituámo-nos a confiar no que lemos, a deixar que o livro, objecto sagrado, faça parte daqueles seres que levaríamos para qualquer ilha deserta, de acordo com aqueles tão conhecidos questionários. E esse é um direito que quero preservar.
Ultimamente, a propósito do Concurso Nacional de Leitura, uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura (PNL), em articulação com outros organismos, li Tia Suzana, Meu Amor, obra seleccionada para a 3ª fase, Ensino Secundário. Pretendia-se, com a escolha, homenagear o autor falecido em Dezembro de 2008. Uma boa intenção.
Como se pode ler na contracapa, é "um belo livro que conta a história de uma paixão lenta (que percorre todo o texto como uma melodia) de um jovem beirão pela sua tia."
É, acrescento eu, um relato feito de memórias e reflexões, escrito numa primeira pessoa com a qual facilmente estabelecemos cumplicidades.
A escrita é "sedutora", como esperávamos de Alçada Baptista, "feita de registos subtis" - continuo a citar o texto da contracapa.
Esta reflexão poderia terminar aqui, se não fosse a vontade que sinto de exercer o meu dever de leitora...
O autor não merecia que mãos e olhos displicentes tivessem maculado a sua escrita com a inclusão de quiz, descançaram (página 29); descanço, sossêgo (página 38); descançar, descançava (página 39); descanço (página 44); dispensa por despensa (página 73); mágua (página 83); mez (página 95).
Enquanto leitora, sabendo que imensos jovens liam o mesmo que eu, denunciei a situação. Fi-lo junto da editora, sem ter obtido qualquer resposta. O PNL justifica a escolha com o objectivo da homenagem.
Eu, leitora exigente e também professora de Português, continuo a considerar negativa a existência de livros com erros que não são para caçar... Privilegio leituras verdadeiramente descansadas e sei que os nossos autores - ainda que fisicamente ausentes, mas também por isso - merecem melhor.
AP

27 maio 2009

A História Interminável

Tudo começa quando Bastian Baltasar Bux entra numa estranha livraria e se sente na obrigação de roubar um livro cor de cobre, enclausurando-se no sotão da sua escola para o ler.
O livro que Bastian roubou fala sobre Fantasia, um Mundo mágico que é governado pela Imperatriz Criança, mas esta está a morrer e Fantasia está a morrer com ela.
Após uma longa e árdua busca, Atreiú, o enviado da Imperatriz Criança, descobre de que doença esta padece e qual a sua cura. Esta necessita de um novo nome e apenas um filho de homem a poderá salvar.
À medida que Bastian lê as aventuras de Atreiú torna-se também parte da história, descobrindo que só ele tem o poder para salvar a Imperatriz e Fantasia.
TV

14 maio 2009

"O Fogo e as Cinzas"

O Fogo e as Cinzas, publicado em 1951, é um dos mais significativos livros de contos da moderna literatura portuguesa, onde a arte de Manuel da Fonseca atinge a perfeita maturidade, revelando-se então um escritor de tendência regionalista e de funda preocupação humana, que retrata a vida pobre dos trabalhadores rurais das planícies alentejanas, dando especial realce à sua luta contra a injustiça. Os contos são acerca de um Alentejo dos anos 40 e 50, rústico e em decomposição. Falam das gentes de uma terra maravilhosa mas pobre: esse Alentejo de há muitas décadas, que assistia aos primeiros passos de um progresso lento. As personagens são crianças, velhos, camponeses, habitantes de pequenas vilas ou cidades, alguns deles condenados à exclusão pela pobreza ou pelo esquecimento - cenas de um passado que em alguns casos se prolongaram até ao presente. Os contos seleccionados para o ESCALÃO C neste último momento do concurso são: " O Largo", "O Fogo e as Cinzas", "A Harpa", "Amor Agreste", "O retrato". Cá vos esperamos na primeira semana de Junho.
CC

13 maio 2009

Concurso Leituras & Companhia

Aproxima-se o fim do ano ano lectivo e, com ele, a última sessão do Concurso Leituras & Companhia. Desta vez, para o escalão D, foi seleccionada a obra do autor Mia Couto, Estórias Abensonhadas. Se o romance deste autor moçambicano nos transporta frequentemente para o universo trágico da guerra, estas breves estórias são flagrantes do renascer do país, depois da assinatura do Acordo de Paz. Em todas as estórias se reconhece o trabalho profundamente pessoal de recriação da linguagem, o aproveitamento literário da fala popular moçambicana e o pleno exercício da poesia. Para o concurso foram seleccionados os seguintes contos: "Na esteira do parto";"O cachimbo de Felizbento";"Noventa e três"; "Pranto de coqueiro";"Sapatos de tacão alto". Boas leituras.
CC

23 abril 2009

Dia Mundial do Livro

Celebra-se hoje o Dia Mundial do Livro, uma data instituída pela UNESCO, que procura promover o livro.
Nesta data celebra-se também o direito de autor, um direito que é reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos do Homem e pela Constituição da República Portuguesa e que funciona como garantia de defesa do património e dos valores culturais.
Este dia é celebrado em 100 países e foi instituído pela
UNESCO para prestar tributo aos grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram neste dia. A celebração procura também encorajar as pessoas, especialmente os mais jovens, “a descobrir o prazer da leitura e a respeitar a obra insubstituível daqueles que contribuíram para o progresso social e cultural da Humanidade” (UNESCO).
A ideia de celebrar este dia surgiu na Catalunha, onde é oferecida uma rosa a cada pessoa que compra um livro.

19 março 2009

21 de Março - Dia Mundial da Poesia

Nesta data sugerimos um livro de poesia um pouco diferente: o primeiro livro de poesia para telemóveis. É vulgar enviar trechos de poesia por telemóvel mas, o que nunca tinha acontecido, e o que aqui se propõe, é um conjunto de pequenos poemas e, dentro destes, seleccionar-se trechos com menos de 160 caracteres, dos mais relevantes poetas portugueses, para enriquecer as mensagens SMS. De Almeida Garrett a Camilo Pessanha, Fernando Pessoa a Maria do Rosário Pedreira, 100 poetas portugueses propõem-lhe as mais magníficas mensagens retiradas do esplendor das suas obras. Outra forma de trazer a literatura sempre connosco.
CC

04 março 2009

História do Rei Transparente

“ Sou mulher e escrevo. Sou plebeia e sei ler. Nasci serva e sou livre…”, assim começa esta história da madrilena Rosa Montero. É uma narrativa cheia de aventuras e personagens pitorescas que se desenrola na Idade Média. Uma Idade Média contada de forma tão intensa que apura os nossos sentidos trazendo até nós os cheiros e as cores daquela época.
As aventuras de Leiola e Nyneve, na versão feminina, ou de Leo e Nine, na versão masculina, mostram-nos uma França feudal de nobres vassalos com os seus domínios, direitos, guerras, num modus vivendi que caracterizou a época. Na parte oposta desta sociedade encontra-se a plebe e a dominar a vida, de uns e de outros, a religião. Curioso é ir percebendo como as personagens umas vezes místicas, outras fantásticas, outras reais se comprimem entre as crenças populares e um Deus que domina as suas vidas. Mas esse Deus é interpretado e vivido pelos homens de forma diferente. Para uns, os cátaros, é responsável por espíritos mais abertos e intelectualmente mais desafiantes, onde a mulher tem um papel activo, o que está bem patente na descrição do ambiente na corte da rainha D. Leonor, em Poitier. Para outros, os católicos, tudo gira à volta do pecado e da contenção, o que se espelha na figura do primo de Dhuoda, frei Angélico.
Leiola, a mulher, a camponesa, é apanhada num turbilhão de acontecimentos que envolvem a guerra do senhor dos domínios onde habita com pai e irmão. Quando estes são mobilizados à força, vê-se sozinha num mundo de homens e resolve roubar uma armadura num campo de batalha para sobreviver. Conhece Nyneve que lhe diz ser uma bruxa e que acaba por se tornar na sua grande companheira. A partir daí tudo é possível, são vinte e cinco anos de aventuras e desventuras numa demanda de liberdade, justiça, amizade e amor.
E o rei transparente? Um véu que parece ser levantado ao longo da narrativa e que deixa o leitor sempre na expectativa: alguém começa a contar a história … e, no fim… a escritora protege o leitor…???

01 março 2009

Em Nome do Amor


Em Nome do Amor, de Meg Rosoff (Editorial Presença), recebeu dois prémios: o Guardian Children's Fiction Prize de 2004 e o Branford Boase Award de 2005.
Chega até nós como um desafio: é um dos livros que a equipa vencedora do Concurso "Leituras & Companhia" (3º ciclo) deve ler para participar na Fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura.

De Nova Iorque para Inglaterra, Daisy, uma jovem de 15 anos, que gostava de ler, leva-nos a conhecer as pessoas da sua vida. Parte "em guerra" com a família mais próxima e encontra o amor na família de acolhimento, constituída pelos primos Isaac, que fala sobretudo com os animais; a Piper, sua cúmplice; o Osbert; o Osmond, que ouve os pensamentos dos outros...
É com eles que vive tempos difíceis, de Guerra mais real, apenas superados pelo Amor, também sob a forma de Amizade.
Amor e guerra, separações e mortes, perdas e ganhos e, sobretudo, a reconstrução, o reencontro.

Aqui fica um excerto:
Amo-te - disse-lhe por fim. E depois disse-lhe vezes sem conta, até que as palavras já não soassem como palavras.
E, finalmente, ele virou-se para mim, com os olhos sem expressão, e falou.
- Então, por que é que te foste embora? (pág. 165)
AP

24 fevereiro 2009

Lillias Fraser


A propósito deste seu livro, Hélia Correia confessou, numa entrevista, que se tinha apaixonado mesmo pela protagonista, Lillias. De tal forma que a separação lhe pareceu penosa, quando acabou de escrever o romance.
O mesmo sentimos nós, leitores, ao deixarmos partir este ser algo insólito, com um olhar que perscruta a vida à procura da morte nos que com ele se cruzam.
A história desta menina que, ao mesmo tempo, atrai e assusta, cruza-se com alguns momentos da História do século XVIII: a batalha de Culloden, na Escócia, mas também o terramoto de 1755, em Lisboa.
É igualmente o relato de uma viagem que termina em Portugal, com passagem por Mafra e Setúbal, não sem uma alusão à Arrábida. Nesse percurso habitado por muitos seres, Hélia Correia fez Lillias cruzar-se com Blimunda Sete-Luas, personagem de uma outra história, Memorial do Convento, não sem ter pedido autorização a José Saramago...
Na entrevista já referida, a autora não considera Lillias Fraser um romance histórico, mas admite ter revisitado a História, através de livros, depois de uma viagem à Escócia. E foi assim que a pequena Lillias saiu do campo de Culloden para as páginas deste livro.
Lillias Fraser ganhou o Prémio D. Dinis 2002 (ex-aequo com Marcello Duarte Mathias) e o Prémio do Pen Club Português 2001, na categoria de romance.
Foi um dos livros seleccionados para a Fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura (secundário).
Para além disso, é um livro que vale a pena ler.
AP

25 janeiro 2009

"Crepúsculo"

Isabela Swan vai morar com o pai numa nova cidade, depois que sua mãe decide casar-se novamente. Na nova escola fica fascinada por Edward Cullen, um colega que esconde um segredo obscuro, partilhado por toda a família. O amor é inevitável mas Edward sabe que, quanto mais avançam no relacionamento, mais ele está colocando Bella e os que a rodeiam em perigo. Quando ela descobre que Edward é, na verdade, um vampiro, age contra todas as expectativas sem medo da sede de sangue de seu grande amor, mesmo sabendo que ele pode matá-la a qualquer momento.
Baseado nos livros 'Twilight', que em Portugal receberam o título 'Crepúsculo', já venderam mais de 5 milhões de cópias no mundo. Curiosos? Leiam o livro e vejam o filme.
CC

12 janeiro 2009

"A Menina que Roubava Gargalhadas"


Este livro conta a história de uma menina chamada Laura que gostava de gargalhadas e, portanto, tinha como passatempo preferido roubar gargalhadas aos outros meninos. Um dia, no jardim, a Laura entrou num buraco grande duma árvore e foi ter a uma floresta. Ela viu-se presa naquele lugar, mas o que mais a assustava era a noite e não ter os pais por perto. Por isso, pediu à Lua que lhe trouxesse os pais, e esta colocou a hipótese de os trazer transformados em borboletas, mas Laura não queria os seus pais assim e não aceitou, pois achou que não seriam felizes. Adormeceu e, quando acordou, estava nos braços dos pais. A partir daí, nunca mais precisou de roubar gargalhadas a ninguém.
Esta é uma história muito divertida e com uma moral: para fazer o que gostamos/queremos não é preciso magoar os outros.
Vanessa Fonseca, 11ºA (monitora da BE)

02 dezembro 2008

FEIRA DO LIVRO / 2008







De 3 a 11 de Dezembro vai decorrer, na nossa Biblioteca, mais uma Feira do Livro. Aparece, folheia, escolhe para ti e põe a família e os amigos aler+!

18 novembro 2008

O Diabo dos Números


Acabei de ler um livro que acho que vão gostar, fala de um rapaz chamado Roberto que andava no 6º ano e tinha muito medo da Matemática. A bem dizer, o Roberto não tinha propriamente medo da Matemática, ele só não gostava do seu professor.
Vou contar-vos mais uma coisa acerca do nosso amigo: o Roberto tinha medo de sonhar. É que umas vezes sonhava com escorregas sem fim e outras vezes com assustadores e mortíferos peixes.
Mas uma noite tudo mudou. Roberto já não sonhou com peixes ou escorregas, mas sim com um pequeno diabo que lhe abriu as portas para um mundo maravilhoso feito de números e de lógica. Experimenta que vais gostar. Eu gostei bastante.

Carolina Alves

26 outubro 2008

Leituras & Companhia

É já no final de Novembro que se realiza mais uma edição, a quarta, deste concurso.
A equipa da Biblioteca vem encorajar as equipas já inscritas e relembrar que ainda há lugar para mais umas, sobretudo do escalão C...

O que esperam?
As obras são: Anne Frank, de Josephine Poole & Angela Barrett (5º e 6º anos - escalão B)
Começa com uma carta, parece uma história, só que aconteceu mesmo. Poderá ser triste, mas foi realidade. As imagens são belas e o texto oferece-nos uma mensagem: não devemos esquecer o passado com tudo o que de bom e mau nos trouxe. E devemos aprender com ele. Talvez assim consigamos ser melhores pessoas...


O Rapaz do Pijama às Riscas, de John Boyne (7º, 8º e 9º anos - escalão C)

Dois mundos, num período marcado por intolerâncias e injustiças.
Quem leu o Diário de Anne Frank vai ficar preso e inquieto à medida que for descobrindo a forma como os factos se vão entretecendo até que, por força do destino, o desfecho surge... duro, mas inevitável. Bruno é o protagonista, um quase adolescente, que nos vai guiando...
Numa tradução bem conseguida, cada uma das suas palavras, cada juízo de valor sobre o que vive pretendem transformar-nos em seres críticos para que a História não se repita.
É pouco provável que a mensagem não nos atinja enquanto leitores e seres humanos. É bom que assim seja.



"O templo", "Num Parque" e o conto que dá o nome ao livro Uma Cana de Pesca para o meu Avô, de Gao Xingjian (10º, 11º e 12º anos - escalão D).
Há quem os ache difíceis, estranhos, confusos...São diferentes estes contos que convocam memórias de realidades distantes, com o carinho que a infância permite. Experimentem ler e concorram. É a primeira vez que abrimos o concurso ao ensino secundário e queremos agradecer o elevado número de inscrições.



A partir da próxima semana, poderão encontrar na Biblioteca ou junto dos professores colaboradores questionários de verificação de leitura das obras. Tudo porque não queremos que se sintam mal preparados... E também porque as equipas vencedoras dos escalões C e D poderão participar nas finais distritais do Concurso Nacional de Leitura.
Vá lá, alunos desta escola, juntem-se em equipas de três elementos e provem que estão a ler +...

AP

13 outubro 2008

O Recruta

Apresentamos-te um episódio a 100 à hora, o ínicio de uma série fantástica de aventuras, se o protagonista sobreviver.... é que, para efeitos oficiais, ele não existe.
James pertence à CHERUB, uma agência que recruta jovens para fazer o trabalho de espionagem que os adultos já não conseguem. Os agentes têm todos menos de 17 anos. Vestem calças de ganga e t-shirts e parecem jovens perfeitamente normais... mas não são. São profissionais treinados, enviados para missões de espionagem contra terroristas e traficantes de droga temidos internacionalmente.
James é o mais recente recruta da CHERUB. Mas 100 dias de terrível recrutam esperam-no. A aventura está a começar e tu estás convidado a participar também em http://www.mundocherub.com/
CC

17 setembro 2008

E mais um ano!

Mais um ano que começa, novos amigos para fazer e outros para rever. Os professores, os livros, os cadernos.....tanta novidade!

Uma sugestão cheia de sentimentos, agora que o Outono se aproxima rapidamente, as manhãs estão mais frescas e já custa a levantar:
Seda, um delicado relato sobre o amor que acontece na segunda metade do século XIX. Um romance curto, cheio de simbolismo e sedução, conta-nos a história de Hérve Joncour, personagem sombria que ganha a vida comprando e vendendo bichos-da-seda, percorrendo o mundo em busca deste exótico carregamento. Um dia regressa com uma carga ainda mais delicada. O que será?
Convidamos-te a descobrir o segredo de Hérve Joncour o que podes fazer lendo o livro ou vendo o filme, pois encontram-se ambos à tua disposição na Biblioteca .
Ficamos à tua espera.


CC

Olimpíadas do 25 de abril.

Realizaram-se, no dia 12 de junho, na EBS Lima de Freitas, as Olimpíadas do 25 de Abril para as turmas do 6º A e B da disciplina de Histór...