Concurso Nacional de Leitura

19 janeiro 2013

Pois é...têm decorrido várias atividades, no nosso agrupamento aLer+, que  ainda não partilhámos. A razão da nossa escassa publicação deve-se ao facto de a biblioteca estar isolada do mundo! Queremos nós dizer que há quase três meses que não temos internet! :( :( :(
Voltando ao ao nosso assunto...já tivemos encontros de leitura dos mais velhos para os mais novos; já recebemos um golfinho, que vai ser alvo de um "novo visual", para ser inaugurado em maio, na nossa Semana do Mar; já recebemos a visita da escritora Margarida Fonseca Santos que partilhou com os professores a "arte" da escrita criativa; já tivemos pais que leram para os filhos, no 1.º ciclo.
Como nós não paramos, já temos agendados concursos de leitura, fotografia, escrita, construção de páginas para o nosso Livro Gigantes e até o lançamento do livro "Chamo-me... Isabel de Aragão", escrito pela nossa professora de Português, Ana Pedro.
Estejam atentos, brevemente daremos notícias...é uma promessa!

11 janeiro 2013

200º do aniversário dos irmãos Grimm


Os Irmãos Grimm, Jacob e Wilhelm Grimm, nasceram a 4 de Janeiro de 1785 e a 24 de Fevereiro de 1786, respectivamente. Nasceram em Hanau, no estado de Hessen, na Alemanha. Os pais, Philipp Wilhelm e Dorothea Grimm tiveram nove filhos dos quais só cinco sobreviveram. O pai deles foi funcionário na sua cidade natal.
Após o falecimento da mãe, Jacob ficou encarregado de toda a família e aceitou o cargo de director na Biblioteca Privada de Jerôme Bonaparte.
Em 1825, Wilhelm casou-se com Henriette.
Ficaram conhecidos pelos seus contos infantis como por exemplo: O Capuchinho Vermelho, Irmão e Irmã, O Lobo e os 7 Cabritinhos, Hansel e Gretel, Os Músicos de Bremen, etc… Foram também responsáveis pelo “O Grande Dicionário Alemão”.  CC
Contos de Grimm (Wilhelm Grimm)   

11 dezembro 2012


Kulumani é um lugar remoto onde a tradição parece reinar soberana e muitas das almas que a habitam parecem, por vezes, pouco mais que mortos em vida. Mas as sucessivas mortes causadas por ataques de leões chamam a atenção para o lugar e enquanto as próprias gentes de aldeia se insurgem contra os que julgam ser "fabricadores de leões", também um verdadeiro caçador é chamado. Mas há uma história para lá dos ataques e da busca dos responsáveis: a história de Mariamar, mulher estranha, marcada pela loucura, pela tristeza, pelas cicatrizes de demasiadas dificuldades; a história também de Arcanjo Baleiro, o caçador que vem determinado a que aquela seja a sua última caçada, mas que se descobre bastante diferente do que ele próprio via em si; a história, em suma, de um lugar onde o estranho se torna normal, onde os leões se tornam homens e as mulheres se tornam leões.
Escrito com uma harmonia fluída e momentos marcantes pela beleza com que são descritos, este é um livro que, numa narrativa que, por vezes, parecendo bastante simples, acaba por se revelar como uma visão vasta e complexa tanto das dificuldades das gentes de Kulumani como das suas estranhas regras e tradições. Nem a missão da caçada é tão simples como parece a princípio, nem os seus protagonistas são exactamente o que parecem ser. E, tanto na narração de Mariamar, com a sua visão pessoal e próxima da vida na aldeia, mas também com todo um relato de experiências cruéis e de uma consequente mudança na solidez da sua identidade, como na de Arcanjo, com uma visão mais distanciada dos costumes de Kulumani, mas também com um lado pessoal no passado que lhe assombra cada gesto, há os sinais de um crescimento que, definido, em grande parte, pelo passado, se reflete tanto na estranheza que carateriza os protagonistas como no retrato global do ambiente em que tudo decorre.
Esta é, portanto, muito mais que a história de uma caçada. É também o crescimento de uma mulher a quem nunca foi permitido ser exatamente ela mesma e que, por isso, se tornou algo diferente e a descoberta de alguns segredos para um passado eternamente inacabado a pesar sobre os ombros de um homem que amou julgando não ter quem lhe correspondesse. Mas, mais que isso, esta é a história de Kulumani, com os seus estranhos hábitos, com os espíritos que pairam sobre a passagem do tempo e com homens e feras que se confundem e mutuamente trocam de papel. É esta fusão entre o global e o pessoal, entre a história das pessoas e a crónica do lugar, o que mais cativa nesta história que é, toda ela, impressionante, tanto a nível de escrita, como de caraterização, como ainda no aspecto emocional.
Com uma escrita belíssima e uma história que, cativante desde o início, se revela, com o evoluir da narrativa, nas suas vastas potencialidades, a impressão que fica desta leitura é, portanto, positiva em todos os aspectos. Uma história de homens e de leões, mas também de povos e de lugares... e um livro que fica na memória.
CC

02 dezembro 2012

Espreita este livro!

clica em cima do livro!

O Instituto Camões disponibiliza em formato digital "Era uma vez um rei...", coleção do jornal Expresso. É só escolheres um livro! A proposta do rei D. João IV relaciona-se, obviamente, com o feriado do dia 1 de dezembro. 

30 novembro 2012

Amanhã é feriado…


 Vai ser assinalado, pela última vez, o facto histórico que marcou a independência nacional, em 1640. Foram sessenta anos debaixo do domínio espanhol. A vontade de autodeterminação levou um povo a lutar pela sua posição ibérica.
 Muitos dos nossos jovens não dão importância à História do seu país e, numa altura em que seria preciso enraizar a consciência nacional, o poder político, dominado pelos poderes económico e financeiro vieram contribuir, definitivamente, para essa ignorância e esse desprendimento. Onde fica a nossa identidade coletiva?

Só para recordar aos mais novos:
Em 1578, D. Sebastião morreu na batalha de Alcácer-Quibir, no norte de África. Portugal ficou sem rei, pois D. Sebastião era muito novo e ainda não tinha filhos, o que significa que não havia herdeiros diretos para a coroa portuguesa. Subiu ao trono o Cardeal D. Henrique, tio-avô de D. Sebastião que só reinou durante dois anos. A sucessão ao trono continuava um problema que só se resolveu em  1580, quando nas Cortes de Tomar, Filipe II, rei de Espanha, foi escolhido como o novo rei de Portugal. Filipe II era neto do rei português D. Manuel, por isso tinha direito ao trono ( nesta altura era frequente acontecerem casamentos entre pessoas das cortes de Portugal e Espanha). Durante o domínio Filipino, Portugal foi perdendo os seus privilégios e o risco de se vir a tornar numa “província” espanhola levou a que os portugueses se fossem revoltando. Um golpe palaciano efetuado no dia 1 de dezembro de 1640 levou ao afastamento dos espanhóis e ao surgimento da dinastia dos duques de Bragança, com a escolha de D. João IV para novo rei de Portugal.

28 novembro 2012

Concurso


O Natal aproxima-se e, por isso, a Editorial Caminho propõe que escrevas uma frase original que mostre que um livro é uma prenda fantástica.
Não custa nada, é só pôr a imaginação a funcionar!

Olimpíadas do 25 de abril.

Realizaram-se, no dia 12 de junho, na EBS Lima de Freitas, as Olimpíadas do 25 de Abril para as turmas do 6º A e B da disciplina de Histór...