27 abril 2020
25 abril 2020
24 abril 2020
24 março 2020
09 março 2020
13 fevereiro 2020
14 janeiro 2020
12 junho 2018
Olimpíadas do 25 de abril.
Realizaram-se, no dia 12 de junho, na EBS Lima de
Freitas, as Olimpíadas do 25 de Abril para as turmas do 6º A e B da disciplina
de História e Geografia de Portugal. O concurso resultou de um trabalho de
parceria entre a Biblioteca Escolar, o professor de HGP e a representante da
Raíz Editora, Joana Garcia.
Foi um momento lúdico, mas também de aprendizagem sobre
um dos principais acontecimentos da História de Portugal no século XX, que fez com
que o país retornasse à Democracia, após longos 48 anos de ditadura.
Parabéns a todos os participantes!

08 junho 2018
Ler para a Igualdade
As Bibliotecas Escolares do Agrupamento Lima de Freitas abraçaram o Projeto “Ler para a Igualdade” - organização conjunta entre a Cooperativa de Serviços e Solidariedade Social e a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género -, e desenvolveram atividades de animação da leitura a partir das obras , “Luanda, Lua”, de Marta Morgado, e “A minha família é a melhor do mundo. E a tua?” de Sofia Neves e Joana Miranda.
Os objetivos deste trabalho prenderam-se com o prevenir todas as formas de discriminação em função da orientação sexual e da identidade de género e, ainda, sensibilizar os mais jovens para a problemática da surdez, numa perspetiva de inclusão educativa e social, junto das turmas do Pré-Escolar, 1º Ciclo e 5º ano.
Decorrente da adesão dos docentes ao projeto e do interesse despertado junto dos mais jovens –nomeadamente para a questão das “novas famílias”-, a nossa missão foi cumprida!
Algumas palavras em linguagem gestual...é fácil aprender!
07 junho 2018
Concurso de ortografia
No dia 7 de junho, na Biblioteca Escolar, realizou-se a sessão final do Concurso de Ortografia, promovido pelas docentes de Português, junto dos alunos do 8º ano.
Esta atividade visava, no essencial, fomentar o uso correto da língua portuguesa, para comunicar de forma adequada e sem erros, de forma a valorizar, necessariamente, a correção ortográfica.
O texto base para a realizar da prova foi retirado da obra de António Mega Ferreira, As Palavras Difíceis, das Publicações Dom Quixote.
"Tudo começa na “biblioteca do avô”, onde um misterioso anacronismo acontece: o Capitão Fracasse a dançar uma valsa (o Danúbio Azul) com Alice (a do País das Maravilhas). É então que, interrogados sobre o significado da palavra “anacronismo”, regressamos à biblioteca (desta vez conduzidos por um grilo), para conhecer e decifrar as palavras difíceis que vão surgindo à medida que crescemos. Do nosso lado, como ajudantes, temos os ilustres escritores e personagens que acompanham as leituras de toda uma vida"
BOA SORTE A TODOS OS PARTICIPANTES!
20 maio 2018
Relação Escola-Família (crónica de João Paulo Amaral)
Não
deixa de me espantar a veleidade com que algumas famílias e encarregad@s de
educação tratam a escola e os professores.
Ao
mínimo sinal de desconforto por parte dos seus educandos não se hesita em confrontar
diretamente, por vezes violentamente, de forma física e verbal aqueles e
aquelas que todos os dias assumem o papel único de velar pelo bem-estar físico,
emocional e educativo de milhares de crianças de norte a sul do país.
A
relação com a Escola resume assim à imposição da vontade pela coação dos
adultos esperando que o medo resolva comportamentos infantis e juvenis
socialmente inaceitáveis que se espera que a Escola resolva sem educar e
interpelar os seus atores.
Na
atualidade parte significativa do quotidiano escolar é dedicada à gestão
comportamental e ao encontro de respostas que permitam que as relações
interpessoais com os pares e adultos se traduzem em encontro e não em conflito.
Essa
é uma responsabilidade enorme que tem acompanhado os desafios educativos que a
escolaridade obrigatória, universal e heterogénea passou a exigir.
Esse
é um dever a que as famílias, no seu papel multifacetado e na diversidade de
composição atuais, não pode nem deve fugir.
Duvidar
dos professores é fragilizar a Educação, é reforçar comportamentos desadequados
que as crianças e os jovens, na sua relação ambígua com o exercício do poder
pela força, podem adquirir e que serão difíceis de controlar no futuro. É tornar
menos segura a escola para Tod@s. É abrir as portas à infelicidade.
Não
significa isto que os pais e encarregad@s de educação não devam confrontar os
professores com a necessidade de contribuírem de forma eficaz para o sucesso
educativo e pessoal dos seus filhos e educandos.
Pelo
contrário é essa a função conjunta que se exige e que é premente numa Escola
que se prolonga ao longo do nosso tempo de vida comum e que ocupa, para muitas
crianças e jovens, um tempo muito superior ao que passam quotidianamente com os
seus pais, educadores e famílias.
É
por tudo isto que a Relação entre a Escola e a Família deve ser reforçada.
Ser
comunidade exige responsabilidade partilhada. Solicita contributo ativo. Uma
voz que seja vida e que ajude…
Na
Educação Especial esta é uma verdade inquestionável.
Por
isso, na próxima vez em que o telemóvel do seu filh@ ou educand@ tocar durante
o tempo de uma aula… tente perceber que, em primeira instância, esse mesmo
telemóvel nunca deveria ter tocado… confronte o seu filh@ ou educand@ com esse
facto e recorde-se que cada história de vida tem sempre dois lados e tantas
visões particulares como o número de pessoas que as contam.
Mais
tarde e calmamente poderá perceber junto do professor/a e junto da escola os
factos e ser voz ativa no contributo de uma solução de futuro.
João
Paulo Amaral, maio de 2018
imagem:
colegiadobuenobrandao.blogspot.com,
18 maio de 2018, 17:33h
- Para ver:
14 maio 2018
Vencedores do Concurso "Uma Aventura 2018"
ALUNOS VENCEDORES DO CONCURSO “UMA AVENTURA LITERÁRIA 2018”
(Crítica Literária)
Resultante do trabalho de articulação entre a Biblioteca Escolar e a disciplina de Português, a Editorial Caminho decidiu que dois textos coletivos do 7º ano, turma A, mereciam ser premiados:
1º Prémio
- Duarte Oliveira, Francisco Nunes, Rodrigo Calças e Bernardo Carapinha.
2º Prémio
- Sofia Dieges, Beatriz Sousa e Inês Santos.
MUITOS PARABÉNS!
Partilhamos o texto vencedor...
"Esta
obra, “ O Ano da Peste Negra” foi uma leitura bastante interessante, porque nos
fala de uma época antiga que nós conhecemos e ajudou-nos a saber e a descobrir
mais sobre a epidemia que foi a Peste Negra, as suas origens e consequências.
O que levou ao desastre da Peste Negra foi a fome que provocou a
desnutrição e enfraquecimento da população, tal como a falta de higiene. Nesta
época não havia medicamentos eficazes e a única “proteção” que existia era o
vinagre cujo liquido ácido e de aroma desagradável afugentava os insetos em
geral e as pulgas em particular. Vimos
este aspecto no capítulo XII, quando as principais personagens (Ana e João)
visitaram a corte em busca do parafuso para a máquina do tempo avariada e repararam
que os nobres estavam “avinagrados” para evitar a peste, o que não era de todo
uma solução para evitar o contágio.
Verificámos que a peste atingia todas as classes sociais porque, mesmo a
nobreza (como no caso da família do jovem Dom Lopo), passava dificuldades em
enfrentar a doença. Mesmo a Corte, aterrorizada, não sabia se havia de ficar ou
partir de Lisboa.
Em 1348, existiam grupos de pessoas que para tentar à fugir a peste e “ migravam
“ para outras regiões do país ou, ainda, andavam vagueando sem rumo pelas
cidades e campos, muito embora a maioria morresse pelo caminho. O rei Dom
Afonso IV, apesar de ter publicados as “Leis do Trabalho”, procurando fixar as
populações nas suas terras, obrigando a cultivarem-nas, não teve grande
sucesso.
Enquanto
isso, vários grupos de ladrões aproveitavam-se do facto da população estar
enfraquecida e não haver “policiamento”, para pilhar as casas, sobretudo as da
nobreza que tinham mais riquezas e mantimentos. O Dom Lopo foi vítima de
ladroes que lhe levaram as jóias da família e só com a ajuda da Ana, do João e
do Orlando as conseguiu recuperar.
Esta epidemia foi, não a única, mas a mais mortífera da Idade Média.
Ficámos, assim, a saber, que uma doença não escolhe cor, nem raça, nem classe ou
religião e simplesmente atinge os mais fracos – velhos e crianças -, sobretudo
em tempo de fome e de guerras.
Por estas razões recomendamos este livro aos nossos colegas, que para
além de se divertiram com as aventuras na máquina do tempo, ficam a conhecer
melhor a história de Portugal".
10 maio 2018
Rentabilização das Maletas ENA
A Ena
- Agência de Energia e Ambiente da Arrábida disponibilizou
ao Agrupamento, através da Biblioteca Escolar, as suas Maletas da Sustentabilidade,
recurso pedagógico que visa sensibilizar e preparar as crianças para a
transição entre o atual modelo de exploração dos recursos da Terra e novos
modos de atuação e interação com o meio.
As maletas são dirigidas ao ensino
básico abordam temáticas relacionadas com as alterações climáticas, a
eficiência energética, a mobilidade sustentável, o consumo, o oceano e o
património natural.
São tratados três temas distintos,
cada um numa maleta: «Desperdício
Zero», «Pegada
de Carbono» e «Arrábida Serra e Mar».
As turmas do 2º e 3º ciclo, no âmbito
da disciplina de Cidadania, foram convidadas pela Biblioteca Escolar a experimentar
os jogos e algumas das fichas de atividades disponibilizadas nas Maletas e
aceitaram o desafio.
Mais informações e banco de recursos
digitais podem ser acedidos através do seguinte endereço:
http://www.maletas.ena.com.pt/
03 maio 2018
Encontro com antifascistas
No
encerramento das comemorações do 44º aniversário da revolução de abril, a Escola
Básica e Secundária Lima de Freitas, em articulação com a Câmara Municipal de
Setúbal, promoveu, no dia 3 de maio, um encontro dos alunos do 9º ano com os
ex-presos políticos/antifascistas, José Pedro Soares e Vítor Dias.
O
primeiro foi preso pela PIDE aos 21 anos, mais concretamente em 1971, acusado
de atividades subversivas, foi sujeito a tortura e maus tratos nas prisões de
Caxias e Peniche, apenas libertado após o 25 de abril de 1974. O seu testemunho
sobre os métodos repressivos do Estado Novo constituiu um momento de reflexão e
repudio sobre os anos em que Portugal viveu em ditadura, sobretudo entre 1933 e
1974.
Vítor
Dias, também preso político, foi ativista da CDE, movimento que nos inícios dos
anos setenta tentava furar o sistema de partido único instituído, concorrendo a
eleições legislativas, que exigia fossem verdadeiramente livres e democráticas.
Ambos os resistentes antifascistas, para alem de
partilharem a sua experiência de vida – e os momentos mais difíceis vividos na prisão -, deixaram uma mensagem de vigilância e, também de combate, se necessário, pela manutenção da liberdade e da democracia aos mais jovens, porque estas não são conquistas adquiridas para sempre.Muito obrigado!
![]() |
| Da esquerda para a direita, José Pedro Soares, Jacinto Artur e Vítor Dias. |
02 maio 2018
Amnistia Internacional
A Amnistia
Internacional é uma organização não governamental que
defende os direitos humanos com milhões de membros e
apoiantes em todo o mundo. O objetivo da
organização é "realizar pesquisas e
gerar ações para prevenir e acabar com graves abusos contra os direitos humanos
e exigir justiça para aqueles cujos direitos foram violados."
A Amnistia Internacional foi fundada em Londres em
1961, após a publicação do artigo "The Forgotten Prisoners"
no The Observer, em 28 de maio de 1961 por Peter Benenson.
A organização chama a
atenção para violações e abusos de direitos humanos e realiza campanhas para o
cumprimento das leis internacionais, mobilizando a opinião pública para
pressionar os governos a tomar iniciativas para prevenir ou impedir essas
práticas. A organização recebeu
o Prémio em 1977
Deste
relevante papel ao nível mundial, coadjuvando a fiscalização do cumprimento dos
direitos humanos pelas Nações Unidas, deu a conhecer o voluntário da Amnistia Internacional,
Dr Rui Garcia, num encontro com as turmas do 9º E e 10º C. As mesmas já tinham participado na Maratona de Cartas, iniciativa que pretendia divulgar
situações de violação dos direitos humanos em vários países do mundo.
Para aprofundar o conhecimento sobre esta ONG podes ver o seguinte video ou aceder ao site da organização: https://www.amnistia.pt/
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