CINELIMA - Plano Nacional de Cinema

07 novembro 2013

E que tal sair de casa?

Ao contrário do que vocês possam pensar o nosso blog não serve só para recomendar leituras. Devem andar cansados de tantos testes, fomos "roubados" de um feriados e, por isso, deixamos aqui uma sugestão para este outono indeciso entre o sol e a chuva:
 Outono saboroso na Mourisca.
A sexta edição da Feira de Outono, a realizar no dia 10, na Herdade da Mourisca, com o objetivo de promover os produtos gastronómicos locais da época, conta com um magusto acompanhado de música e poesia. O "Magusto no Moinho", a partir das 16h00, é um dos pontos altos do certame de exaltação dos produtos do Sado e da Arrábida, como hortofrutícolas, mel, sal, ostras, pão, vinho, queijo e ervas aromáticas. Nesta festa de cariz popular, a castanha assada, a batata-doce e a água-pé são servidas com momentos de poesia e música por A VI Feira de Outono, a funcionar no horário das 09h00 às 18h00, inclui, na herdade e no moinho, exposição, venda e degustação de produtos regionais, passeios de barco e de jipe, palestras temáticas , serviço de restauração e atividades para crianças. O certame, organizado pela Reserva Natural do Estuário do Sado, pela Câmara Municipal de Setúbal e pelas juntas de freguesia do Sado e de Gâmbia, Pontes e Alto da Guerra, é de entrada livre. Espero ver-vos por lá!
CC

28 outubro 2013

Dia Internacional das Bibliotecas Escolares

Como já devem ter reparado não deixamos passar uma data por comemorar e esta é realmente especial para nós: Dia Internacional das Bibliotecas Escolares! Então juntámos as nossas mentes cheias de ideias livrescas e procurámos uma forma de vos trazer até nós para comemorarmos todos juntos, para que vocês pudessem deixar uma marca na nossa Biblioteca. Foi assim que surgiu o Memórias de Mão em Mão. Que será isto estão vocês a pensar? Bem, então é um livro em que vocês estão convidados a deixar as vossas memórias sobre as bibliotecas. Onde o podem encontrar? Na Biblioteca, claro! Logo na entrada. E para vos abrir o apetite, deixo-vos aqui alguns exemplos muito interessantes de quem já por lá passou.
“(…) não consigo passar mais de uma semana sem uma história para ler. Adoro bibliotecas e livros”  Rodrigo Mantas 8ºA
“… as bibliotecas escolares evoluíram bastante, tornando-se mais atraentes e os conteúdos maisdiversificados.”  Mª José Magalhães da Silva   (assistente técnica dos serviços administrativos)
“A Biblioteca é quase um Mundo”.Rita Ribeiro e mãe, 5ºD
“Precisávamos de um local onde todas as leituras estivessem disponíveis. A biblioteca impunha-se.” Prof. Rui Fabião.
Estes são alguns exemplos que aqui vos deixo. Agora fico à espera da vossa contribuição. Até já!
CC




24 outubro 2013

Concurso de Leitura

Como já vem sendo hábito na nossa Biblioteca vamos realizar mais um Concurso de Leitura. Este ano com alguma novidades, alterações ao modelo habitual. Temos de ir variando, não acham se não cansa... Pois bem então vamos lá a ver: continuamos com o Verdadeiro/Falso, Antónimos e Sinónimos, Escolha múltipla, Soletrar, Palavras Difíceis, Leitura em Voz Alta mas voltamos a incluir uma pequena Produção Textual. Nada de especial, certo?
Os livros a concurso são: para o 2º ciclo - Há sempre uma estrela no Natal, Luísa Ducla Soares; 3º ciclo - Os Sonhadores; Secundário - 3 contos selecionados, "Felicidade Clandestina", "A quinta história" e "Os desastres de Sofia" do livro Contos de Clarice Lispector. As inscrições estão abertas a partir de dia 28 de outubro e as equipas podem ter 4 elementos. O concurso só terá lugar em janeiro de 2014 para poderem ter tempo suficiente para ler as obras e não deixarem de participarem nas atividades promovidas pelo grupo de educação física em final de período. Que tal? Pensamos em tudo! Agora aguardamos a vossa participação!
CC


15 outubro 2013

Parabéns Agustina!

Agustina Bessa-Luís nasceu em Vila Meã, Amarante, em 1922. A família do seu pai era do Norte do país e a sua mãe era espanhola.
Começou a escrever aos 16 anos e em 1950 publicou o seu primeiro romance, “Mundo Fechado”. O reconhecimento chegaria em 1952, com a atribuição do Prémio Delfim de Guimarães ao livro “Sibila”, galardoado no ano seguinte com o Prémio Eça de Queiroz.
Estreou-se no teatro em 1958 com “O Inseparável”.
Entre 1986 e 1987 foi Directora do diário O Primeiro de Janeiro (Porto). Entre 1990 e 1993 assumiu a direcção do Teatro Nacional de D. Maria II (Lisboa) e foi membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social. 
É membro da Academie Européenne des Sciences, des Arts et des Lettres (Paris), da Academia Brasileira de Letras e da Academia das Ciências de Lisboa, tendo já sido distinguida com a Ordem de Sant'Iago da Espada (1980), a Medalha de Honra da Cidade do Porto (1988) e o grau de "Officier de l'Ordre des Arts et des Lettres", atribuído pelo governo francês (1989).
 Várias obras suas foram traduzidas em diversos países e algumas foram adaptadas ao cinema por Manoel de Oliveira, como “Francisca”, “Vale Abraão” e “As Terras de Risco”. O seu romance “As Fúrias” foi adaptado ao teatro por Filipe La Féria.
 Aos 81 anos, Agustina Bessa-Luís recebeu o Prémio Camões, considerado o mais importante prémio literário da língua portuguesa.
Muito fica por dizer mas o mais importante é: Parabéns Agustina!
CC

08 outubro 2013

Duendes dos Legumes é a próxima história a ser apresentada aos 2º anos do Agrupamento Lima de Freitas, no âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação.




04 outubro 2013

A nossa primeira contribuição....

Numa aula de Português pediu-se um texto sobre uma memória afetiva. Não posso deixar de partilhar isto convosco.
"Normalmente as pessoas faziam este texto sobre os pais ou alguém que esteve lá para os abraçar ,etc. Mas eu não. Eu vou falar de alguém que me ajudou com as palavras, com a música. Este alguém que, quando morreu, me fez derramar lágrimas até não poder mais. Pode parecer estranho mas, de certa forma, foi o único que esteve sempre lá para mim, aquele homem coberto de tatuagens e anormalmente anorético. Aquele que passou por dificuldades parecidas às minhas e ao contar a sua opinião me ajudou como ninguém. Bastava colocar os fones e deixar que ele e só ele me entendesse. Acalmou-me quando precisei dele e impediu-me as lágrimas como ninguém. Muitos não entendem como é sentir um impacto tão grande por alguém que nem nos conhece e, talvez nem eu entenda, mas aconteceu. Ainda hoje, quando estou num dia mau, oiço-o. Relaxa-me, acalma-me, percebe-me... percebe-me como só ele faz. RIP M.A.L" Laura, 9ºB

03 outubro 2013

PROCURA-SE

Procura-se, com urgência, colaborador/a cheio de imaginação e informações interessantes para participar no BLOG da BIBLIOTECA - Montes de Coisas. Se gostas de ler, escrever, ver filmes e estar informado/a partilha. Tens de deixar o teu nome e turma mas se desejares manter-te anónimo basta dizeres. Contacto para seleção: informador.montes@gmail.com.
Fico à vossa espera!
CC

24 setembro 2013

António Ramos Rosa, uma vida dedicada à poesia


Autor de uma das obras poéticas mais extensas e marcantes da poesia portuguesa contemporânea, António Ramos Rosa morreu esta segunda-feira aos 88 anos. Poeta e ensaísta António Ramos Rosa, um dos nomes mais importantes da literatura portuguesa contemporânea, autor de quase uma centena de títulos, de O Grito Claro (1958), a sua célebre obra de estreia, até Em Torno do Imponderável, um belo livro de poemas breves publicado em 2012. Exemplo de uma entrega radical à escrita, como talvez não haja outro na poesia portuguesa contemporânea, além da sua vastíssima obra poética, escreveu livros de ensaios que marcaram sucessivas gerações de leitores de poesia, como Poesia, Liberdade Livre (1962) ou A Poesia Moderna e a Interrogação do Real (1979), traduziu muitos poetas e prosadores estrangeiros, sobretudo de língua francesa, e organizou uma importante antologia de poetas portugueses contemporâneos (a quarta e última série das Líricas Portuguesas). Era ainda um dotado desenhador.  Prémio Pessoa em 1988, António Ramos Rosa, natural de Faro, recebeu ainda quase todos os mais relevantes prémios literários portugueses e vários prémios internacionais, quer como poeta, quer como tradutor. Não consigo despedir-me sem vos deixar o meu poema preferido. Fiquem bem.
CC 
Não Posso Adiar o Amor
Não posso adiar o amor para outro século 
não posso 
ainda que o grito sufoque na garganta 
ainda que o ódio estale e crepite e arda 
sob montanhas cinzentas 
e montanhas cinzentas 

Não posso adiar este abraço 
que é uma arma de dois gumes 
amor e ódio 

Não posso adiar 
ainda que a noite pese séculos sobre as costas 
e a aurora indecisa demore 
não posso adiar para outro século a minha vida 
nem o meu amor 
nem o meu grito de libertação 

Não posso adiar o coração 

António Ramos Rosa, in "Viagem Através de uma Nebulosa"

10 setembro 2013

Boas vindas!

Calculo que andem por aí más línguas a dizer que não é justo já estarem em aulas enquanto outros ainda estão de férias.... Vejam as coisas de outra forma: temos a escola só para nós! Mentira? Já viram a quantidade e espaço no banco em frente à papelaria? E a fila do Bar? Pois, não há! Aproveitemos enquanto não chega a multidão que também não está só dentro da escola: já se esqueceram dos carros à porta??? Pronto, confessem que estão com saudades dos colegas. Mais uns dias e volta tudo ao normal. Tudo isto só para vos desejar um excelente ano letivo, muitas leituras interessantes e já sabem onde nos encontrar: bloco K, ao fundo do corredor. A equipa vai mudar um pouco mas já perceberam que a melga do blog é a mesma. Até já.
CC

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