Cá estamos nós com mais um convite. Desta vez a proposta é para a Semana da Leitura Março 2013. Qual é a nossa proposta? Participar no concurso Eu Escrevo! Concorram com um trabalho sobre a leitura e o mar e habilitem-se a ganhar prémios. Este concurso pretende desafiar-vos, a partir de leituras diversas, a criarem textos sobre a leitura e o mar. Mais informações na vossa biblioteca. Contem-nos como é que leem o mar. CC
17 fevereiro 2013
08 fevereiro 2013
Os incríveis Dalton

Conhecem a expressão: "Não queres ler vê os bonecos?" Então experimentem esta sugestão para a interrupção do carnaval. Os Irmãos Dalton! Os verdadeiros Dalton (Bob, Grat, Bill e Emmett) são as figuras centrais das histórias que compõem a coleção Lucky Luke. Com o seu aspecto particular e uma inacreditável estupidez natural, os quatro bandidos fazem a sua aparição em apenas dois albuns de toda a coleção. A ideia ocorreu ao desenhador e argumentista Morris em 1951, quando estava a viver em Nova Iorque e tomou a decisão de incluir figuras históricas da conquista do Oeste. Para se documentar, o autor pesquisou na Biblioteca de Nova Iorque - naquele tempo não havia Internet .... -, onde os documentos davam conta de uma série infindável de actos à margem da lei nos quais era dificil separar a fição da realidade. De facto, a carreira da quadrilha durou dois anos e consistia essencialmente em assaltos a comboios, realizados de forma desajeitada, sem imaginação e terminando em matanças sangrentas. Morris decidiu dar aos quatro irmãos a mesma expressão facial assustadora e pouco inteligente, complementando o retrato com o escalonamento das alturas. O primeiro confronto dos Dalton com Lucky Luke acabou com o bando no cemitério. A publicação da história teve um êxito enorme e começaram a suceder-se as cartas de leitores a pedir mais aventuras com aqueles personagens. Como não era possível ressuscitá-los, René Goscinny, que entretanto assumira a autoria dos argumentos da série, teve a ideia de introduzir os primos Dalton (Joe, William, Jack e Averell). Eram em tudo idêntidos aos originais, obcecados com a morte dos primos e com a ideia da sua vingança. O resto da história todos conhecem. Ou não?
CC
05 fevereiro 2013
Anne Frank: virtual
Quem não ouviu falar de Anne Frank? Quantos de vós já leram o Diário de Anne Frank e se deixaram emocionar com a força, coragem, determinação e sofrimento desta rapariga tão jovem e ao mesmo tempo tão adulta para a idade que tinha? Quantos de vós não desejaram poder visitar a casa onde ela se escondeu mas, ainda assim, foi encontrada? Se já leram o livro e são adeptos das novas tecnologias então fiquem a saber que a obra de Anne Frank foi lançada em versão digital para iPad com material inédito. Esta aplicação inclui fotos da família antes da vida no esconderijo, vídeos e excertos do livro lidos por Helena Bonham Carter, uma atriz que protagonizou a inesquecível Rainha Má do filme Alice no País da Maravilhas, versão Tim Burton. Mas atenção, primeiro ler o livro, se faz favor.
CC
27 janeiro 2013
22 janeiro 2013
19 janeiro 2013
Concurso de Leitura(s)
Mais um ano, mais um concurso. Sei que estão ansiosos por saber o nome dos títulos dos livros. Então aqui vão:
Escalão B – 5º e 6º anos – Princesas, Príncipes, Fadas e Piratas com Problemas (contos) – Coordenação de Pedro Sena-Lino;
Escalão C – 7º e 8º anos – Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll;
Escalão D – 9º e 10º anos – Os livros que devoraram o meu pai, Afonso Cruz.
Não se esqueçam: as regras mudaram, mas esperamos que o interesse seja o mesmo! Contamos convosco!
Escalão B – 5º e 6º anos – Princesas, Príncipes, Fadas e Piratas com Problemas (contos) – Coordenação de Pedro Sena-Lino;
Escalão C – 7º e 8º anos – Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll;
Escalão D – 9º e 10º anos – Os livros que devoraram o meu pai, Afonso Cruz.
Não se esqueçam: as regras mudaram, mas esperamos que o interesse seja o mesmo! Contamos convosco!
CC
Escalão B Escalão C
Escalão D
Pois é...têm decorrido várias atividades, no nosso agrupamento aLer+, que ainda não partilhámos. A razão da nossa escassa publicação deve-se ao facto de a biblioteca estar isolada do mundo! Queremos nós dizer que há quase três meses que não temos internet! :( :( :(
Voltando ao ao nosso assunto...já tivemos encontros de leitura dos mais velhos para os mais novos; já recebemos um golfinho, que vai ser alvo de um "novo visual", para ser inaugurado em maio, na nossa Semana do Mar; já recebemos a visita da escritora Margarida Fonseca Santos que partilhou com os professores a "arte" da escrita criativa; já tivemos pais que leram para os filhos, no 1.º ciclo.
Como nós não paramos, já temos agendados concursos de leitura, fotografia, escrita, construção de páginas para o nosso Livro Gigantes e até o lançamento do livro "Chamo-me... Isabel de Aragão", escrito pela nossa professora de Português, Ana Pedro.
Estejam atentos, brevemente daremos notícias...é uma promessa!
11 janeiro 2013
200º do aniversário dos irmãos Grimm
Após o falecimento da mãe, Jacob ficou encarregado de toda a família e aceitou o cargo de director na Biblioteca Privada de Jerôme Bonaparte.
Em 1825, Wilhelm casou-se com Henriette.
Ficaram conhecidos pelos seus contos infantis como por exemplo: O Capuchinho Vermelho, Irmão e Irmã, O Lobo e os 7 Cabritinhos, Hansel e Gretel, Os Músicos de Bremen, etc… Foram também responsáveis pelo “O Grande Dicionário Alemão”. CC
11 dezembro 2012
Kulumani é um lugar remoto onde a tradição parece reinar soberana e muitas das almas que a habitam parecem, por vezes, pouco mais que mortos em vida. Mas as sucessivas mortes causadas por ataques de leões chamam a atenção para o lugar e enquanto as próprias gentes de aldeia se insurgem contra os que julgam ser "fabricadores de leões", também um verdadeiro caçador é chamado. Mas há uma história para lá dos ataques e da busca dos responsáveis: a história de Mariamar, mulher estranha, marcada pela loucura, pela tristeza, pelas cicatrizes de demasiadas dificuldades; a história também de Arcanjo Baleiro, o caçador que vem determinado a que aquela seja a sua última caçada, mas que se descobre bastante diferente do que ele próprio via em si; a história, em suma, de um lugar onde o estranho se torna normal, onde os leões se tornam homens e as mulheres se tornam leões.
Escrito com uma harmonia fluída e momentos marcantes pela beleza com que são descritos, este é um livro que, numa narrativa que, por vezes, parecendo bastante simples, acaba por se revelar como uma visão vasta e complexa tanto das dificuldades das gentes de Kulumani como das suas estranhas regras e tradições. Nem a missão da caçada é tão simples como parece a princípio, nem os seus protagonistas são exactamente o que parecem ser. E, tanto na narração de Mariamar, com a sua visão pessoal e próxima da vida na aldeia, mas também com todo um relato de experiências cruéis e de uma consequente mudança na solidez da sua identidade, como na de Arcanjo, com uma visão mais distanciada dos costumes de Kulumani, mas também com um lado pessoal no passado que lhe assombra cada gesto, há os sinais de um crescimento que, definido, em grande parte, pelo passado, se reflete tanto na estranheza que carateriza os protagonistas como no retrato global do ambiente em que tudo decorre.
Esta é, portanto, muito mais que a história de uma caçada. É também o crescimento de uma mulher a quem nunca foi permitido ser exatamente ela mesma e que, por isso, se tornou algo diferente e a descoberta de alguns segredos para um passado eternamente inacabado a pesar sobre os ombros de um homem que amou julgando não ter quem lhe correspondesse. Mas, mais que isso, esta é a história de Kulumani, com os seus estranhos hábitos, com os espíritos que pairam sobre a passagem do tempo e com homens e feras que se confundem e mutuamente trocam de papel. É esta fusão entre o global e o pessoal, entre a história das pessoas e a crónica do lugar, o que mais cativa nesta história que é, toda ela, impressionante, tanto a nível de escrita, como de caraterização, como ainda no aspecto emocional.
Com uma escrita belíssima e uma história que, cativante desde o início, se revela, com o evoluir da narrativa, nas suas vastas potencialidades, a impressão que fica desta leitura é, portanto, positiva em todos os aspectos. Uma história de homens e de leões, mas também de povos e de lugares... e um livro que fica na memória.
CC
CC
02 dezembro 2012
Espreita este livro!
clica em cima do livro!
O Instituto Camões disponibiliza em formato digital "Era uma vez um rei...", coleção do jornal Expresso. É só escolheres um livro! A proposta do rei D. João IV relaciona-se, obviamente, com o feriado do dia 1 de dezembro.
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