CINELIMA - Plano Nacional de Cinema

19 setembro 2008

A nossa escola recebe os seus novos alunos!


No passado dia 12 de Setembro, os alunos do 5º ano estiveram na escola a conhecer os espaços, os colegas e o director de turma. Como não podia deixar de ser estiveram na Biblioteca. O momento foi registado pela professora Ana Tique, que conseguiu captar, de uma forma excelente, as expressões de vivacidade e curiosidade destes novos alunos da escola - sejam bem-vindos! Em Outubro, no mês Internacional das Bibliotecas Escolares realizar-se-á uma exposição com essas fotografias, no átrio exterior à Bilbioteca.







03 setembro 2008

Tudo o que é bom...


Então cá estamos de volta!
Calculo que há quem esteja contente e outros nem por isso. A vida é assim.

Mudando de assunto: e as leituras? Enriquecedoras? Nem por isso? Não me digam que não leram sequer um jornal desportivo ou um livro de banda desenhada. Não acredito. A equipa da Biblioteca leu imeeeeeeeeeeeeenso (e só estou a exagerar nas vogais!).
Então e os anúncios publicitários de exterior (outdoors)? Não leram? É que também contam!

Antes de começar mais um ano lectivo, e muito trabalho, vamos a umas sugestões um pouco diferentes: Festa das Vindimas, em Palmela (pensavas que ia falar de livros?). E, já agora, não se esqueçam que dia 15 de Setembro se comemora o Dia de Bocage e dia 16 é o Dia Internacional para a Preservação do Camada do Ozono. Vamos lá pessoal, queremos tudo a andar a pé!!!

CC

01 julho 2008

Um novo desafio para 2008/09 !


O Plano Nacional de Leitura, a Rede de Bibliotecas Escolares e a Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas apresentaram no dia 20 de Junho o projecto a LeR+. Este será lançado em 33 escolas, de todo o país, durante o ano lectivo 2008/2009.
Pretende-se que as escolas e bibliotecas escolares em estreita parceria com as biliotecas públicas e toda a comunidade possam criar uma cultura integrada de leitura.

Para tal será fundamental:

* colocar o prazer de ler no centro dos esforços da escola;

* assegurar o máximo de visibilidade à leitura em contexto escolar ;
*envolver todos os elementos da comunidade escolar;

*trabalhar em parceria com as famílias;

*estabelecer relações com a comunidade local e com outras escolas.

Como escola parceira ne
ste projecto, este será o desafio a enfrentar no próximo ano lectivo.

Mãos à obra...

11 junho 2008

Um convite cheio de letras!!!

Parecia que se tinha esquecido mas afinal aí está ele: o Verão!


Já cheira a férias e a descanso, não é? Com futebol e calor, propomos algo mais calmo e fresquinho: a última edição, deste ano, do


Concurso Leituras e Companhia.


Animação, diversão e cultura garantidas.


E já que falamos de Concursos, para todos os que participaram: Obrigada!


Para os que não puderam: esperamos por vós em Setembro!

CC

28 maio 2008

Mais uma aventura... será a última?

INDIANA JONES e o REINO da CAVEIRA de CRISTAL



A mais recente aventura de Indiana Jones começa no Sudoeste desértico, em 1957 - Guerra Fria. Indy e o seu companheiro Mac escaparam, por pouco, a um confronto com maléficos agentes soviéticos, num aeródromo remoto.Agora, o Professor Jones voltou a casa, à Faculdade Marshall - para descobrir que as coisas foram de mal a pior. O seu amigo íntimo e reitor da faculdade explica que as recentes actividades de Indy o tornaram suspeito e o governo começou a pressionar o estabelecimento de ensino para despedi-lo. Ao sair da cidade, Indiana encontra o rebelde, e jovem, Mutt que guarda um certo rancor contra o arqueólogo aventureiro, mas que lhe traz uma proposta: se ele o ajudar numa missão de carácter pessoal, Indy pode muito bem fazer uma das mais espectaculares descobertas arqueológicas da história - a Caveira de Cristal de Akator, um lendário objecto de fascínio, superstição e terror. Conseguirão eles impedir que a poderosa Caveira de Cristal caia nas mãos dos inimigos...?


Podes ver video clips do filme no site oficial http://www.indianajones.com/



CC

12 maio 2008

Fantasia e realidade

Fantasia e Realidade
Frases retiradas
De histórias manchadas
Criadas, aconselhadas
Por homens e mulheres
As crianças
Sonhos e esperança
De um homem vulgar
Homem do mar
Ontem era um menino
Hoje confronto com a realidade

(…)

De medo e falsidade
Nas avenidas não existe criminalidade
Que a chave fechasse a maldade
Sete vezes!
Que na fecundidade reinasse felicidade
Sem o oposto da verdade
Que destrói casamentos, sentimentos e amizade.


P.S. a vida é só uma 1 vida 1 amor

Samuel = 3c=

O nosso poeta

Gostaste da lírica do Samuel?

Então vai à página da nossa Escola e lê o resto da lírica.

O Samuel deixa também o convite para visitares o blog em www.writer-visao.blogspot.com

06 maio 2008

Maio... 40 anos depois

Misturam-se nos últimos dias as comemorações dos períodos revolucionários com os desabafos políticos contra as juventudes “rascas”. Descobre-se, com grande escândalo, a falta de conhecimento e de interesse dos jovens sobre a sua história recente. Contudo, na década de 1960, em pleno período revolucionário, também se faziam igualmente acusações ao alheamento social dos jovens.
O Maio de 68 foi uma experiência social ampla. Foi uma abertura à mudança política em vários planos da vida. Lutava-se em greves gerais por melhores salários e condições de vida, ao mesmo tempo que jovens socialmente favorecidos, alguns da alta burguesia, organizavam barricadas, atiravam pedras à polícia e participavam em manifestações. Questionava-se a organização tradicional família, defendia-se o uso de drogas ao mesmo tempo que se pensava na propriedade intelectual das obras literárias, polémica cultural que ficou conhecida pela ideia da “morte do autor”. Defendia-se o direito de todos aos bens de consumo, ao mesmo tempo que se acusava a televisão e outros meios de comunicação de massa de provocarem o adormecimento das populações, no debate contra o “mundo do espectáculo”.
Passados 40 anos, o que surpreende é a actualidade das propostas do Maio de 68. Essa actualidade mostra-nos como são lentas as verdadeiras mudanças culturais. Para que elas se instalem precisam de muita energia, de muitos jovens de muitas gerações.

LP

23 abril 2008

Abril Sempre!

Três décadas decorreram sobre a Revolução dos Cravos. Não é de estranhar, por isso, que a sociedade portuguesa tenha vindo a construir, conscientemente ou não, uma distância temporal que acaba por resultar em esquecimento.
Para que, ainda hoje, o 25 de Abril possa fazer sentido há que pensar nele como um ponto final e como um grito libertador. Ele constitui um momento a partir do qual tudo ia ser diferente. Acabou com a Guerra Colonial, com a repressão policial, com a censura e com o marasmo. Foi o fim de um tempo em que tudo o que se passava passava lá fora, movimentos juvenis e estudantis nas ruas, revoluções intelectuais e criações artísticas.
Enquanto isso, o nosso país era a terra onde nada acontecia e o dia seguinte era exactamente igual ao dia anterior. Ao longo de meio século, julgava-se ser possível que os filhos pensassem sempre como os seus pais, que as mulheres obedecessem servilmente aos maridos e que os empregados nunca questionassem as ordens que recebiam.
Celebrar o 25 de Abril é saber o entusiasmo que é possível partilhar em conjunto. É ter a percepção de que os movimentos colectivos justos alargam exponencialmente a capacidade de agir de cada um de nós.


LP.

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