28 maio 2008

Mais uma aventura... será a última?

INDIANA JONES e o REINO da CAVEIRA de CRISTAL



A mais recente aventura de Indiana Jones começa no Sudoeste desértico, em 1957 - Guerra Fria. Indy e o seu companheiro Mac escaparam, por pouco, a um confronto com maléficos agentes soviéticos, num aeródromo remoto.Agora, o Professor Jones voltou a casa, à Faculdade Marshall - para descobrir que as coisas foram de mal a pior. O seu amigo íntimo e reitor da faculdade explica que as recentes actividades de Indy o tornaram suspeito e o governo começou a pressionar o estabelecimento de ensino para despedi-lo. Ao sair da cidade, Indiana encontra o rebelde, e jovem, Mutt que guarda um certo rancor contra o arqueólogo aventureiro, mas que lhe traz uma proposta: se ele o ajudar numa missão de carácter pessoal, Indy pode muito bem fazer uma das mais espectaculares descobertas arqueológicas da história - a Caveira de Cristal de Akator, um lendário objecto de fascínio, superstição e terror. Conseguirão eles impedir que a poderosa Caveira de Cristal caia nas mãos dos inimigos...?


Podes ver video clips do filme no site oficial http://www.indianajones.com/



CC

Leituras para a Primavera.... que não chega

O RAPAZ DO PIJAMA ÀS RISCAS

Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que as suas coisas estão a ser empacotadas. O seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar nem nada para fazer. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais, curiosamente, usam todas um pijama às riscas.Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens expressas do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho mais ou menos da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo…
CC



12 maio 2008

Fantasia e realidade

Fantasia e Realidade
Frases retiradas
De histórias manchadas
Criadas, aconselhadas
Por homens e mulheres
As crianças
Sonhos e esperança
De um homem vulgar
Homem do mar
Ontem era um menino
Hoje confronto com a realidade

(…)

De medo e falsidade
Nas avenidas não existe criminalidade
Que a chave fechasse a maldade
Sete vezes!
Que na fecundidade reinasse felicidade
Sem o oposto da verdade
Que destrói casamentos, sentimentos e amizade.


P.S. a vida é só uma 1 vida 1 amor

Samuel = 3c=

O nosso poeta

Gostaste da lírica do Samuel?

Então vai à página da nossa Escola e lê o resto da lírica.

O Samuel deixa também o convite para visitares o blog em www.writer-visao.blogspot.com

06 maio 2008

Maio... 40 anos depois

Misturam-se nos últimos dias as comemorações dos períodos revolucionários com os desabafos políticos contra as juventudes “rascas”. Descobre-se, com grande escândalo, a falta de conhecimento e de interesse dos jovens sobre a sua história recente. Contudo, na década de 1960, em pleno período revolucionário, também se faziam igualmente acusações ao alheamento social dos jovens.
O Maio de 68 foi uma experiência social ampla. Foi uma abertura à mudança política em vários planos da vida. Lutava-se em greves gerais por melhores salários e condições de vida, ao mesmo tempo que jovens socialmente favorecidos, alguns da alta burguesia, organizavam barricadas, atiravam pedras à polícia e participavam em manifestações. Questionava-se a organização tradicional família, defendia-se o uso de drogas ao mesmo tempo que se pensava na propriedade intelectual das obras literárias, polémica cultural que ficou conhecida pela ideia da “morte do autor”. Defendia-se o direito de todos aos bens de consumo, ao mesmo tempo que se acusava a televisão e outros meios de comunicação de massa de provocarem o adormecimento das populações, no debate contra o “mundo do espectáculo”.
Passados 40 anos, o que surpreende é a actualidade das propostas do Maio de 68. Essa actualidade mostra-nos como são lentas as verdadeiras mudanças culturais. Para que elas se instalem precisam de muita energia, de muitos jovens de muitas gerações.

LP

05 maio 2008

Maio de 68

Leituras


O Navegador Solitário é um excelente livro escrito por João Aguiar. Trata-se de um diário cujo protagonista, Solitão Francisco Fernandes (de 15 anos) , narra, obrigado pelo espírito do seu avô Aquilino, o desenrolar da sua existência.
Relatando a sua vida, curiosa e constantemente "lixada", Solitão mostra como é a sua relação com a família, com os amigos, com as mulheres, com a escola e com o seu próprio "eu" ao longo dos anos. Nas várias passagens do diário, surgem momentos de "escrita automática", um fenómeno de carácter parapsicológico, provocado pelo avô.
Ao longo da narrativa, acompanha-se o excitante e interessante crescimento da personagem, comparando também o seu modo de escrita, cada vez mais evoluída, com o passar do tempo.
Micaela Amorim, 10º A

Seminário

Dia 6 de setembro  decorreu no Cinema Charlot- Auditório Municipal  o seminário  “ Promoção da Cidadania e Igualdade de Género” Este e...