25 janeiro 2008

Ler …depressa…é importante!

Ler depressa é importante porque em primeiro lugar vivemos numa época onde a informação não pára de crescer. Ninguém tem tempo de ler todas as mensagens que nos rodeiam. É necessário efectuarmos uma selecção da informação para termos uma leitura eficaz. A segunda razão prende-se com a nossas capacidades de compreensão e de memória. Um leitor lento tem tendência para se arrastar na leitura e, muitas vezes, chega ao fim do texto esquecendo-se do seu início. Isso obrigá-lo-á a recomeçar ou a abandonar a tarefa o que implica um desperdício de tempo em ambas as situações.
Por outro lado, é verdade que a aprendizagem da leitura é uma aprendizagem linguística. As letras são códigos que é necessário compreender e interiorizar. Pelo que em crianças sabemos ler melhor do que escrever. Esta diferença perdura. Um adulto pode ler obras de Victor Hugo mas é incapaz de escrever como ele. Apesar de tudo, ler bem permite a aquisição da mestria da escrita e um bom leitor será melhor “produtor de escrita”que um mau leitor.

Michel Violet, redactor-chefe da revista Les Actes de Lecture, publicada pela Associação Francesa para a Leitura (AFL), numa entrevista concedida à Science & Vie em Setembro de 2007

A Manopla de Karasthan

A Manopla de Karasthan é um livro do qual gostei muito. Relata uma aventura incrível com fantásticas personagens, atrevo-me a dizer que é viciante. Uma vez que se começa a ler é impossível parar. O tempo e o espaço, a época medieval, as personagens, as descrições, as lutas, as cenas amorosas, tudo é fascinante.
Não o aconselho a crianças devido à linguagem adulta e cenas violentas de guerra.
A obra foi merecedora do Prémio Branquinho da Fonseca atribuído pela Fundação Gulbenkian e pelo semanário Expresso, facto surpreendente sendo o primeiro trabalho publicado do autor que é reconhecido como o pioneiro do género da fantasia épica, ou high fantasy, portuguesa.
Quem o ler vai de certeza ficar fascinado e não resistirá a uma segunda leitura do mesmo.

Autor: Filipe Faria
Editora: Editorial Presença
1ª edição – 2002
Micaela Amorim
20/01/08

23 janeiro 2008

Uma visita à Corte de D. Dinis


No tempo dos reis muitas coisas se pareciam com as dos nossos dias, apesar de acharmos que tudo era muito diferente. O quê? Por exemplo, a paixão por um desconhecido...

Bem vindos à corte do rei D. Dinis, o rei Trovador, famoso por ser poeta, agricultor, legislador e eternamente associado à lenda da Rainha Santa Isabel.

Como é que nós sabemos tudo isto? Porque viajámos com a Ana, o João e o Orlando até à Corte do Rei. Queres experimentar? Abre as páginas desta aventura e entra na "Máquina do Tempo"!

Boa viagem!


CC

Três fábulas


Era uma vez...

Nem todas as histórias começam assim, mas não será por isso que são menos belas.

E aqui está um bom exemplo. Três belas fábulas do tempo em que os animais falavam e as sereias apareciam aos homens. Três belas história que nos comovem, emocionam e que fazem sonhar. Entramos no universo de uma tartaruga que tudo sabia, de um tritão que perde o coração e de mensageiros de deuses a quem nem todos dão ouvidos.

Quando o imaginário se escreve, as palavras transformam-se em sentimentos individuais e bonitos, como os que aqui encontramos. Vem partilhar a beleza desta fábulas e as suas magnificas ilustrações.


CC

O velho que lia romances de amor


Preparem-se para mais um romance inesquecível, pelas mãos de Luís Sepúlveda. Venham conhecer o sr. Proaño, que vive numa aldeia isolada na região amazóniza, habitada pelos índios xuar. Um dia decide ler romance de amor, mas de amor verdadeiro daquele que faz doer, chorar e que lhe são trazidos pelo dentista que visita as aldeias. E é assim, que um pedido tão simples no abre a porta para um universo mágico, desconhecido, com emoçoes tão reais que não conseguimos parar de ler, como um vício, e o fim chega depressa demais.



CC

Mandarim


O Mandarim

Eça de Queirós


Teodoro, lisboeta dos finais do século XIX, funcionário do Estado, vive na Baixa da cidade. Um ser misterioso, que é obviamente o Diabo, propõe-lhe um dilema terrível: tocar uma campainha mágica e matar, à distância e de imediato, o riquissimo Mandarim Ti Chin-Fu, que vivia nos confins da China.

Este simples gesto faria dele o herdeiro e senhor de uma imensa fortuna! Teodoro cede à tentação mas o crime, mesmo executado telepaticamente, não compensa... Pode-se cometer um crime, ainda que não se suje as mãos, e sem a policia descobrir? A consciência pessoal e o remorso podem perdoar? A morte não tem retorno e os maus actos também não....

Deveria Teodoro ter tocado a campainha?


CC

Uma aventura no Castelo dos Ventos


Uma Aventura no Catelo dos Ventos


Depois de uma viagem de autocarro atribulada, em direcção ao Vale de Barris, na ânsia de uma maravilhosa semana de férias num exótico moinho, os nossos cinco amigos e os seus cães, deparam com algumas dificuldades em iniciar o seu merecido descanso. Perdidos num local lindo, mas desconhecido, os problemas não tardam a chegar juntamente com a noite. E agora....?

Salvam Rufino, criador de cavalos e o seu misterioso "galopador", que os leva até uma misteriosa quinta de nome "Quinta do Anjo da Guarda". Terão sido verdadeiramente salvos ou estarão a ser condenados?

Entra connosco nesta aventura aqui tão perto e descobre o segredo mágico que o castelo esconde. Conhece personagens estranhas como o Onofre, o Fantasma do Príncipe e a Zélia.

Tens medo...?


CC

Seminário

Dia 6 de setembro  decorreu no Cinema Charlot- Auditório Municipal  o seminário  “ Promoção da Cidadania e Igualdade de Género” Este e...