21 abril 2009

Novamente Abril...


Novamente Abril, novamente 25, num movimento perpétuo do tempo e da História. O primeiro não pára, a segunda vinga-se nas marcas que grava na memória dos homens.
O nosso presente construiu-se à custa de lutas, ainda recentes, de gente corajosa e de convicções, para deixar um futuro melhor às gerações vindouras. É nosso dever preservar a liberdade e a democracia conquistadas!

AS BRUMAS DO FUTURO

Letra: Pedro Ayres Magalhães
Música: António Vitorino de Almeida
Interpretação: Teresa Salgueiro (MadreDeus)


(...)
Manhã de Abril
e um gesto puro
coincidiu com a multidão
que tudo esperava e descobriu
que a razão de um povo inteiro
leva tempo a construir.
(...)
Adormeci
com a sensação
que tinhamos mudado o mundo
na madrugada
a multidão
gritava os sonhos mais profundos.

(...)






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