29 janeiro 2018
22 janeiro 2018
Dia em Memória das Vítimas do Holocust
Dia Internacional em Memória das Vítimas
do Holocausto
No dia 27 de janeiro celebra-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. A escolha do dia não surge por acaso: foi precisamente a 27 do mês de janeiro de 1945 que o Exército Soviético chegou a Auschwitz-Birkenau e libertou o maior e o mais mortífero centro de extermínio do III Reich, situado na Polónia.
A Biblioteca Escolar não pode deixar de lembrar o dia que marcou o princípio do
fim de um crime sem precedentes contra o género humano.
Assim, e porque é proibido esquecer e é necessário manter viva a memória,
aconselhamos a leitura de alguns livros e/ou visionamento de filmes existentes
na BE e presentes na exposição bibliográfica na Biblioteca.
O Rapaz de Pijama às riscas de Jonh Boyne
"Ao regressar da escola um dia, Bruno constata que o seu pai tinha sido promovido no trabalho e toda a família tem de deixar a luxuosa casa onde vivia e mudar-se para outra cidade, onde Bruno não encontra ninguém com quem brincar. Pior do que isso, a nova casa é delimitada por uma vedação de arame que se estende a perder de vista e que o isola das pessoas que ele consegue ver, através da janela, do outro lado da vedação, as quais usam todas um pijama às riscas. Como Bruno adora fazer explorações, certo dia, desobedecendo às ordens do pai, resolve investigar até onde vai a vedação. É então que encontra um rapazinho da sua idade, vestido com o pijama às riscas que ele já tinha observado, e que em breve se torna o seu melhor amigo.
Diário de Anne Frank
Escrito
entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944, O Diário de Anne Frank foi
publicado pela primeira vez em 1947, por iniciativa de seu pai, revelando ao
mundo o dia a dia de dois longos anos de uma adolescente forçada a esconder-se,
juntamente com a sua família e um grupo de outros judeus, durante a ocupação
nazi da cidade de Amesterdão.
Todos
os que se encontravam naquele pequeno anexo secreto acabaram por ser presos em
agosto de 1944, e em março de 1945 Anne Frank morreu no campo de concentração
de Bergen-Belsen, a dois meses do final da guerra na Europa. O seu
diário tornar-se-ia um dos livros de não ficção mais lidos em todo o mundo,
testemunho incomparável do terror da guerra e do fulgor do espírito humano.
Mouschi, o gato de Anne Frank de José Jorge Letria.
Mouschi existiu
realmente e foi levado para o anexo por Peter van Pels, um jovem companheiro de
cativeiro de Anne Frank. O dia-a-dia no anexo, a rotina de um grupo de pessoas
refugiadas do terror nazi e a esperança numa libertação que acabou por não
chegar, são assim contados neste livro por um animal de estimação que se
transformou em testemunha singular de uma tragédia humana.
Se isto é um homem de Primo Levi.
A 13 de dezembro de 1943, Primo Levi, um jovem químico membro da resistência italiana, é detido
pelas forças alemãs. Tendo confessado a sua ascendência judaica, é deportado
para Auschwitz em Fevereiro do ano seguinte; aí permanecerá até finais de
Janeiro de 1945, quando o campo é finalmente libertado.
Da experiência no campo nasce o escritor que neste livro relata, sem nunca ceder à tentação do melodrama e mantendo-se sempre dentro dos limites da mais rigorosa objetividade, a vida e a luta pela sobrevivência num meio em que o homem já nada conta.
Da experiência no campo nasce o escritor que neste livro relata, sem nunca ceder à tentação do melodrama e mantendo-se sempre dentro dos limites da mais rigorosa objetividade, a vida e a luta pela sobrevivência num meio em que o homem já nada conta.
O Mundo em que vivi de Ilse Losa
Rose é neta e filha de judeus e num registo confessional narra-nos episódios da sua infância, da sua adolescência, da sua juventude, até ao momento em que sabe que tem apenas cinco dias para abandonar a sua pátria Alemanha se não quiser ser presa por ter cometido o crime de nascer no seio de uma família judia.
À medida que Rose vai crescendo, sentimos que o facto de ser judia a envergonha, a incomoda, não porque não goste ou não divida as crenças dos seus familiares, mas sobretudo porque começa a compreender que não ser igual aos outros, não frequentar a mesma igreja, não celebrar as mesmas celebrações a obrigará a sentir-se uma forasteira, uma estrangeira que não é bem-vinda no seu próprio país.
O Diário de Rutka
Rutka Laskier começou a escrever seu diário aos 14 anos. Judia, morava num gueto da cidade de Bedzin, na Polónia ocupada pelos nazis. Durante três angustiantes meses de 1943, enquanto aguardava a deportação para um campo de concentração, escreveu sobre o destino que previa para si mesma, confirmado logo depois, quando morre numa câmara de gás, em Auschwitz. Ignorado até mesmo pela família por seis décadas, 'O diário de Rutka' finalmente vem à tona e ganha repercussão em todo o mundo pelo seu valor histórico. O livro tem prefácio de Zahava (Laskier) Scherz, filha do segundo casamento do pai de Rutka, e fotos da família da jovem antes da tragédia.
A Lista de Schindler de Thomas Keneally
A Lista de Schindler é
um livro/filme norte-americano de 1993 sobre Oskar Schindler, um empresário
alemão que salvou a vida de mais de mil judeus durante o Holocausto ao empregá-los
na sua fábrica."
A vida é bela - realizado por Roberto Begnigne.
Durante a Segunda
Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido e seu filho Giosué
são levados para um campo de concentração nazi. Afastado da mulher, ele tem que
usara sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de
uma grande brincadeira, com o intuito de o proteger do terror e da
violência que os cercam."
O pianista realizado por Roman Polanski
O pianista polaco Wladyslaw Szpilman interpretava peças clássicas numa rádio de Varsóvia quando as primeiras bombas caíram sobre a cidade, em 1939. Com a invasão alemã e o início da 2ª Guerra Mundial, começaram também as perseguições aos judeus pelos nazis. Inspirado nas memórias do pianista, o filme mostra o surgimento do Gueto de Varsóvia, quando os alemães construíram muros para encerrar os judeus em bairros isolados, e acompanha a perseguição que levou à captura e envio da família de Szpilman para os campos de concentração. Wladyslaw é o único que consegue fugir e é obrigado a refugiar-se em prédios abandonados espalhados pela cidade, até que o pesadelo da guerra acabe.
16 janeiro 2018
Sessões de Plasticologia ou como proteger os oceanos
Apesar do plástico ter uma variedade enorme de utilizações, de ser um material útil e que contribui em muitos domínios para o bem-estar humano, é urgente alertar que o seu uso de forma descontrolada tem impacto negativo no planeta e no Homem. Por esta razão, O Oceanário de Lisboa desenvolveu sessões plasticologia junto dos nossos alunos de Ciências Naturais do 2º Ciclo, sensibilizando-os para a problemática do plástico nos oceanos e fornecendo-lhes conhecimentos e ferramentas para conseguirem minimizar o seu impacto a este nível, através da alteração de comportamentos, mais consonante com o respeito que a natureza nos merece.
Os
maiores culpados são embalagens de alimentos, garrafas e tampas de bebidas,
sacos plásticos e pontas de cigarro (nestes, os filtros contêm plástico por
terem celulose).
Quando o sol e a água salgada decompõem o plástico,
este torna-se um microplástico que é consumido pelas criaturas marinhas e,
assim, entra na cadeia alimentar.
Todos podem desempenhar um papel, recomenda-se que:
· Evite comprar água em garrafas de plástico;
·
Evite palhinhas de plástico e outros plásticos descartáveis;
·
Use saco reciclável para embalar suas compras;
· Escolha garrafas recicláveis e não garrafas biodegradáveis. A maioria das
garrafas biodegradáveis apenas se degrada em ambientes de compostagem
industrial.
·
Recolha o lixo quando você estiver na rua. Lixo espalhado no chão
geralmente acaba no oceano.
05 janeiro 2018
Alice Vieira- escritora de janeiro
Alice Vieira é considerada
uma das mais importantes escritoras portuguesas da literatura infanto-juvenil,
e, como consequência do seu labor infatigável – mais de 80 livros publicados – é
a autora que a BE elegeu para divulgar
durante o mês de janeiro.
Recorrendo a excertos de algumas obras da autora, aproveitou, a Biblioteca,
para os divulgar no corredor de acesso ao seu espaço, decorando, também, esta
área.
Pequenos
excertos das obras, Os olhos de Ana
Marta, Um fio de Fumo nos Confins do Mar, Leandro, Rei da Helíria, Este Rei Que
Eu Escolhi ou Rosa, Minha Irmã Rosa, foram
registados e partilhados com os utilizadores, num trabalho conjunto com a
professora Sónia Brito.
Divulgamos um excerto de uma entrevista dada por Alice Vieira à revista Caras em 2015, acerca da do seu talento para
prender as crianças às suas obras:
“Não são truques... É uma questão de não fazer nada
para “baixar” até eles, de escrever para eles como se estivesse a escrever para
mim. Detesto textos lamechas, falsamente poéticos. Falo das coisas reais (sou
jornalista...) Mas quando reescrevo histórias tradicionais, aí procuro seguir
o ritmo dos antigos contadores de histórias, com as repetições, as cadências,
etc.”
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